Um dia Deus me puxou pelos braços. Um dia Deus me confrontou, me pôs contra a parede. Já havia três anos que Deus estava me chamando na época, mandando recados, trazendo revelações, operando milagres, chamando a minha atenção através do sofrimento. Mas Ele decidiu que daquele dia não passaria. Ele estava cansado de me ver cair na mesma situação diversas vezes por falta de fé, pela ausência da crença no poder que Ele tem. Eu acreditava que era impossível largar o pecado. Mas ele veio com todo o seu amor, me mostrou que se eu abrisse meu coração, Ele cuidaria, mas para isso eu precisava deixar que Ele entrasse. Naquele dia Ele me deu um toque: “ei filha, até quando? Até quando você vai me pedir que eu mude as rédeas da sua vida se você mesma não deixa eu cuidar disso? Até quando você vai orar pedindo por coisas que você sempre quis sem cumprir o seu devido papel que é fazer o que lhe mando?” Aquilo me impactou. Deus me deu um sermão, literalmente como um Pai. Aquilo me fez pensar e repensar nas minhas atitudes. Eu fui ingênua, até demais. Deus respondeu todas minhas orações durante esses três anos e me mandou os sinais que eu havia lhe pedido. Me respondeu todas as vezes em que eu o questionei “Pai, por que não dá tal coisa? Eu quero tanto”. Mas eu fechei meus olhos, fechei meu coração, fechei a minha mente, pois no fundo não queria aceitar a verdade. E o fato de eu não querer aceitar a verdade, impedia que Deus operasse e me curasse de todas as coisas que me impediam de seguir o caminho que ele havia preparado pra mim. O que quero dizer com isso é que, todas as vezes que eu pedi a Deus por algo e Ele não me dava, Ele estava me impedindo de pecar contra Ele ou aquilo me tiraria do propósito que Ele tem para mim. Deus me falava todos os dias “confie em mim, largue tudo, arrependa-se e não volte a pecar, e eu te darei tudo aquilo que tenho preparado para você, coisa por coisa, cada bênção no tempo certo. O que tenho para você, é muito maior do que tudo que você me pede todos os dias. É melhor do que todos os sonhos que você firmou no pecado.” Você quer viver o melhor de Deus para a sua vida? Abandone tudo e siga-o de todo o seu coração. Acredite, você consegue!
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Eu quero dizer que eu sou falha, Pai. Inúmeras vezes pensei em desistir, em abandonar no meio do caminho. Mas eu sei que o Senhor nunca desistiu de mim e sempre me trouxe de volta pra casa, como um pai que tira o filho do buraco e traz de volta para cuidar e tratar das feridas. Hoje eu olho ao meu redor e vejo de onde o Senhor me tirou e como cuidou tão bem de mim. Em hipótese alguma me julgou, mas me mostrou o caminho certo, me mostrou aonde eu estava errando para que somente assim, eu pudesse acertar.
Pai, o Senhor é a coisa mais importante que há em mim, não me deixe ir embora, não me deixe cair nas armadilhas que podem nos afastar, mas sim, que a gente se aproxime cada vez mais.


Uma coisa que eu custei muito a aprender é o fato de que preciso apenas de Deus para me sentir completa. Vivi por tanto tempo quebrando a cara em diversas situações em que me envolvi tentando preencher um vazio que havia em mim, o qual eu não sabia porque era impossível de ser preenchido. 
Sabe por qual motivo isso acontece? Eu vou te explicar.
Quando vivemos uma vida sem relacionamento firme com Deus, podemos conseguir muitas das coisas que queremos, mas ainda assim, não serão suficientes. Você tenta, tenta, tenta, e não vê resultado. O que lhe falta é um emprego novo, uma casa nova, um novo relacionamento, um aumento de salário, mas nunca repara que o que pode faltar é Deus. 
Na atual sociedade em que vivemos, essa é uma doença que acomete muitos: a falta de Deus e o vazio que somente Ele pode preencher. 
Quero te dizer, por experiência própria, que você pode ter o melhor cargo da sua carreira, pode receber o maior salário da empresa onde trabalha, pode ter o relacionamento amoroso mais desejado do mundo, pode ter inteligência, se encaixar nos padrões exigidos pela sociedade e viver a “vida do status”, mas se não tiver um relacionamento com Deus, será mais um atingido pela doença. Será um doente que necessita de medicação, e você sabe do que (ou melhor, quem) eu estou falando.